O livro ESCREVENDO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP), (63 p. il.), 1a. ed. 2008, foi elaborado para atender a demanda das empresas que precisar ter procedimentos operacionais descritos para cumprimento das exigências legais da Anvisa. Empresas como farmácias, drogarias, indústrias farmacêuticas de medicamentos para humanos, veterinária, de cosméticos, química-farmacêutica ou mesmo para hospitais, clínicas de estética, odontológicas... Enfim, hoje há uma exigência legal para que as empresas cumpram as normas de Boas Práticas de Fabricação (ou de Manipulação, de Higiene, de Segurança, de Qualidade, de Montagem, etc.).
Atualmente, em todas as atividades farmacêuticas, são necessários os procedimentos específicos, eficientes, para garantir a qualidade e a homogeneidade dos resultados. A certeza de que a qualidade de um medicamento ou cosmético é obtida quando se processa de forma correta, necessita, pois da elaboração dos “Procedimentos Operacionais Padrão”. O cumprimento desses procedimentos visa trazer segurança, capacitação, credibilidade e solidez nas atividades prestadas à empresa; e, ainda, evitar desperdícios e reclamações.
A elaboração de um manual foi proposta como método simples e organizado para o gerenciamento das rotinas de trabalho. Neste trabalho são apresentados os conceitos, os objetivos, as estruturas e as formas bem como as vantagens da elaboração e a implantação de Procedimentos Operacionais Padrão (POP’s).
Este livro é resultado da experiência de trabalho realizado nas empresas onde atuei, quer seja indústria veterinária, farmacêutica, de cosméticos, farmácias e drogarias. Em todos estes segmentos existe hoje a exigência legal para as Boas Práticas e o seu Manual para assegurar a qualidade dos seus produtos e serviços oferecidos à população.
Desse modo surgiu este livro de forma simples e desmistificada. Acreditando que esta obra poderá contribuir para os profissionais que atuam nestas áreas em específico e ainda para outros segmentos industriais.
Está disponível sob encomenda diretamente com o autor.
R$ 40,00 + postagem.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Dr. CERRADO - Uso Medicinal das Plantas do Cerrado do Triângulo Mineiro
O livro DR. CERRADO - USO MEDICINAL DAS PLANTAS DO CERRADO DO TRIÂNGULO MINEIRO (155 p.), 1a. ed. 2008, foi composto como monografia de conclusão do curso de pós-graduação em Farmacologia Clínica pela Universidade Federal de Lavras, 2002.
APRESENTAÇÃO
No ano de 2002 foram entrevistados 19 raizeiros e fazendeiros com grande conhecimento em plantas medicinais nativas dos municípios próximos ao rio Paranaíba, na região caracterizada como cerrado (em suas diversas formações vegetais) do Triângulo Mineiro, que compreende os seguintes municípios: Araguari, Uberlândia, Capinópolis, Cachoeira Dourada, Ituiutaba, Ipiaçu, Santa Vitória, São Simão (GO), Limeira do Oeste, Carneirinho (e seu distrito São Sebastião do Pontal). A entrevista teve como objetivo levantar as espécies mais utilizadas para fins medicinais, identificar como as plantas são preparadas e transformadas em medicamentos pelos raizeiros, e para quais doenças as plantas são indicadas. Foram levantadas mais de 180 espécies. As principais espécies citadas pelos entrevistados foram: verga-tesa (citada por todos os entrevistados, com mesma indicação), barbatimão, jatobá, sucupira-branca, cravinho, paratudo, velame-branco, algodãozinho-do-campo, carapiá, infalível, pé-de-perdiz, douradinha, quina, angico e mamacadela. As principais indicações para as plantas descritas são: rins e afecções das vias urinárias, fígado, estômago e digestivo, estimulante e tônico, vermes intestinais, para regular a menstruação (regras) e para mulher criar (“limpeza do útero e ovário”), depurativo do sangue e doenças venéreas. As principais formas de uso indicadas foram: garrafada (uma porção da planta em uma garrafa de vinho ou em alguns casos, na água), sempre em associação entre muitas plantas; e, chá (infuso ou decocto).
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Este livro está disponível sob encomenda diretamente com o autor.
- R$ 50,00 + postagem.
APRESENTAÇÃO
No ano de 2002 foram entrevistados 19 raizeiros e fazendeiros com grande conhecimento em plantas medicinais nativas dos municípios próximos ao rio Paranaíba, na região caracterizada como cerrado (em suas diversas formações vegetais) do Triângulo Mineiro, que compreende os seguintes municípios: Araguari, Uberlândia, Capinópolis, Cachoeira Dourada, Ituiutaba, Ipiaçu, Santa Vitória, São Simão (GO), Limeira do Oeste, Carneirinho (e seu distrito São Sebastião do Pontal). A entrevista teve como objetivo levantar as espécies mais utilizadas para fins medicinais, identificar como as plantas são preparadas e transformadas em medicamentos pelos raizeiros, e para quais doenças as plantas são indicadas. Foram levantadas mais de 180 espécies. As principais espécies citadas pelos entrevistados foram: verga-tesa (citada por todos os entrevistados, com mesma indicação), barbatimão, jatobá, sucupira-branca, cravinho, paratudo, velame-branco, algodãozinho-do-campo, carapiá, infalível, pé-de-perdiz, douradinha, quina, angico e mamacadela. As principais indicações para as plantas descritas são: rins e afecções das vias urinárias, fígado, estômago e digestivo, estimulante e tônico, vermes intestinais, para regular a menstruação (regras) e para mulher criar (“limpeza do útero e ovário”), depurativo do sangue e doenças venéreas. As principais formas de uso indicadas foram: garrafada (uma porção da planta em uma garrafa de vinho ou em alguns casos, na água), sempre em associação entre muitas plantas; e, chá (infuso ou decocto).
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Este livro está disponível sob encomenda diretamente com o autor.
- R$ 50,00 + postagem.
A MOÇA DA VARANDA
“Por trás das cortinas revelam homens sozinhos.
A estes homens, meu respeito.
Eles sabem porque sabem, não porque vivem.
Viver consiste em abrir as cortinas.
A estes que vivem, minha gratidão.
Eles vivem porque vivem, não porque sabem.
Todos, os que sabem e os que vivem,
proseiem com uma moça na varanda.”
A Moça da Varanda foi escrito nos anos de 1995 a 1997. O poema que recebe o título que também é o título do livro foi classificado entre os 30 melhores do IV Prêmio Escriba de Poesia, 1996, Piracicaba, SP.
MOÇA DA VARANDA
Rezo pra moça da varanda...
Ela, com olhos de tela,
Vê que fico quando vou embora.
Ajoelho aos pés da moça bela
(De mágica e de sonho); e peço
“Ela” de olhos castanhos.
Quero dançar com a moça da varanda
Num chão de porcelana,
Em seguida, casar noutra ordem.
Adormecer nos seus braços de rede,
Uma nuvem acobertada de estrelas,
Adorá-la e tudo que puder seus olhos.
Rio durante o amanhecer dos seus cabelos.
Ela, com olhos de trégua,
Vê que a colho mais bem guardada.
Quando eu for embora - para o sempre -,
Ela, com olhos de orvalho,
Verá que regarei os cogumelos doces do jardim.
E fico com a moça da varanda...
Ela, com olhos de festa,
Vê que a levo comigo.
__________________
Publicado em 2009 o livro A MOÇA DA VARANDA (75 p.), com 46 poesias que retrata um movimento cultural e poético dos anos 1990 entre os jovens escritores, participantes de zine's e outros meios daquele momento.
Está a venda sob encomenda através de contato direto com o autor.
- Preço: R$ 30,00 + postagem.
A estes homens, meu respeito.
Eles sabem porque sabem, não porque vivem.
Viver consiste em abrir as cortinas.
A estes que vivem, minha gratidão.
Eles vivem porque vivem, não porque sabem.
Todos, os que sabem e os que vivem,
proseiem com uma moça na varanda.”
A Moça da Varanda foi escrito nos anos de 1995 a 1997. O poema que recebe o título que também é o título do livro foi classificado entre os 30 melhores do IV Prêmio Escriba de Poesia, 1996, Piracicaba, SP.
MOÇA DA VARANDA
Rezo pra moça da varanda...
Ela, com olhos de tela,
Vê que fico quando vou embora.
Ajoelho aos pés da moça bela
(De mágica e de sonho); e peço
“Ela” de olhos castanhos.
Quero dançar com a moça da varanda
Num chão de porcelana,
Em seguida, casar noutra ordem.
Adormecer nos seus braços de rede,
Uma nuvem acobertada de estrelas,
Adorá-la e tudo que puder seus olhos.
Rio durante o amanhecer dos seus cabelos.
Ela, com olhos de trégua,
Vê que a colho mais bem guardada.
Quando eu for embora - para o sempre -,
Ela, com olhos de orvalho,
Verá que regarei os cogumelos doces do jardim.
E fico com a moça da varanda...
Ela, com olhos de festa,
Vê que a levo comigo.
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Publicado em 2009 o livro A MOÇA DA VARANDA (75 p.), com 46 poesias que retrata um movimento cultural e poético dos anos 1990 entre os jovens escritores, participantes de zine's e outros meios daquele momento.
Está a venda sob encomenda através de contato direto com o autor.
- Preço: R$ 30,00 + postagem.
O ESTRANGEIRO QUE ME HABITA
“...isto é,
parte de mim deixada
aos homens,
às traças
e ao esquecimento.”
O poema a seguir foi vencedor do Primeiro Concurso de Poesias de Alfenas, 1994, promovido pela Unifenas (Universidade Alzira Velano).
O VASO E O POEMA
E esconde-se atrás do vaso o poema.
Traz o vaso ao poema;
Ao vaso, o poema.
Ver a flor desabrochar em dias,
Em dias poesias.
Poesia cheia de vasos,
Vaso cheio de flor.
Terra fértil que alimenta a flor,
Alimenta a alma poética;
Faz a rima,
Faz a vida.
Murcha noutro dia
A flor e a poesia,
Extingue-se todo o belo
Do poeta e do vaso.
O vaso se esconde atrás da flor;
O poeta, atrás do poema.
A flor surge bela.
Sem ela,
Nada seria o vaso
Alheio a alegria do jardineiro.
Bela poesia!
Se não a houvesse,
Nada seria o poeta
Alheio à estupidez humana.
Deus criou a flor e o barro -
Barro que o homem moldou em vaso
E pôs a flor.
E pôs a flor e o vaso no poema
Que Deus lê
À frente do poeta.
O vaso é novamente barro,
O poema evapora,
A flor seca,
O poeta...
O poeta é o punho de Deus.
______________________
O livro O ESTRANGEIRO QUE HABITA (81 p.), com 55 poesias, foi escrito nos anos 1990 a 1994, e retrata a inserção poética e cultural de um jovem escritor. Participando ativamente do movimento cultural que acontecera em Ituiutaba no início dos anos 1990, quer seja na música, teatro e literatura.
Este livro está a venda sob encomenda diretamente com o autor.
- R$ 30,00 + postagem.
parte de mim deixada
aos homens,
às traças
e ao esquecimento.”
O poema a seguir foi vencedor do Primeiro Concurso de Poesias de Alfenas, 1994, promovido pela Unifenas (Universidade Alzira Velano).
O VASO E O POEMA
E esconde-se atrás do vaso o poema.
Traz o vaso ao poema;
Ao vaso, o poema.
Ver a flor desabrochar em dias,
Em dias poesias.
Poesia cheia de vasos,
Vaso cheio de flor.
Terra fértil que alimenta a flor,
Alimenta a alma poética;
Faz a rima,
Faz a vida.
Murcha noutro dia
A flor e a poesia,
Extingue-se todo o belo
Do poeta e do vaso.
O vaso se esconde atrás da flor;
O poeta, atrás do poema.
A flor surge bela.
Sem ela,
Nada seria o vaso
Alheio a alegria do jardineiro.
Bela poesia!
Se não a houvesse,
Nada seria o poeta
Alheio à estupidez humana.
Deus criou a flor e o barro -
Barro que o homem moldou em vaso
E pôs a flor.
E pôs a flor e o vaso no poema
Que Deus lê
À frente do poeta.
O vaso é novamente barro,
O poema evapora,
A flor seca,
O poeta...
O poeta é o punho de Deus.
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O livro O ESTRANGEIRO QUE HABITA (81 p.), com 55 poesias, foi escrito nos anos 1990 a 1994, e retrata a inserção poética e cultural de um jovem escritor. Participando ativamente do movimento cultural que acontecera em Ituiutaba no início dos anos 1990, quer seja na música, teatro e literatura.
Este livro está a venda sob encomenda diretamente com o autor.
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